
segunda-feira, 11 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Impasse

domingo, 3 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Porque nestas palavras espero encontrar um momento de catarse exponencial e enraivecido simultaneamente.
Porque a intenção não é todo que as palavras se articulem ou façam algum sentido.
Mas desejo, simplesmente, debitar palavras e martelar nas teclas do computador como se constituísse em si um acto violento.
Haverá sensação mais feia que a frustração? injustiça? desvalorização?
Simula-se um cansaço mental de revolta fria e macabra
Há quem simplesmente fique triste ou apático…
Mas prefiro deixar a sensação de choque para o momento e inundar-me de impulsos violentos à medida k a mente desconstrói as palavras... à medida que paro…recomeço e analiso a surrealidade da conversa.
Estarei a endoidecer? Estarei a ver tudo o mais a preto e branco…e a não ser capaz de olhar através dos olhos do outro? Paro e recomeço novamente….
Já estou farta de o fazer….
Todo o sistema operativo pára danificado…
As peças não podem ser substituídas…deixariam de ser aquele sistema per si…
Ferve-me a ansiedade…ferve-me a irritação…
E volto novamente a analisar tudo o resto e penso: serei uma pessoa incompreensível? Egoísta?
Mudei assim tanto e não vi?
Quebrei o caco…quebrei com um “foda-se” à mistura…parei…toquei-me
E pensei: continuo eu…sou eu…eu reconheço-me naquilo que sou... naquilo que julgo ser…
Não me lancem palavras ofuscas nem julgamentos injustos…
Onde foi que eu não vi que o mundo podia ser visto a 20% da realidade e os restantes estrondosos 80% seriam vistos com 1/3 da capacidade humana e com um punhado de surrealismo não artístico mas simplesmente confuso e insano?
Quebrem-me as correntes da normalidade e internem-me porque hoje sou doido k morre…
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Melancolia
Algures por aí perdi os sonhos e a motivação, talvez por não serem mais aquilo pelo qual os denominei, são agora meras aquisições!
Caminho neste momento sem destino previsto, por minha vontade estaria simplesmente enrolada no cobertor entregue a um programa de tv sem "quê"!
Mas tu pressionas a minha vontade, ele grita e ela não quer saber!
Quero sair deste lugar, sem que o peso do meu corpo abandone esta cadeira, onde agora me sento.
Será medo, pavor ou simplesmente falta de vontade?!
Que melancolia de dia, que semana de monogamia, que mês de rotina!
Perco-me no pensamento! Creio que o treinei demais a repelir rotinas, para temer algo que já não respira! Não sei onde a deixei, nem quando a tomarei de bom grado, como uma necessidade de sobrevivência.
Mas penso...divago.... e questiono, se não será este ócio uma nova forma de rotina melancólica?!


